Voltando a 2009 e desligando o "Recordar é viver" do Espadinha, é curioso ver o que foi feito de cada um daqueles petizes.
Muitos ficaram-se pelo que é (era) normal, casaram-se com uma miúda da terra e educam a prole perto do sítio onde cresceram.
Outros quebraram a tradição católica e continuam solteiros ou vivem em união de facto, sendo de notar o crescente número de divórcios.
Raros foram os que estudaram fora e regressaram, sendo aqueles os que demonstraram uma maior mobilidade geográfica.
A nível socio-económico, a regra passa por herdar o estatuto dos pais, sendo as excepções normalmente quem sai da terra para outras paragens, preferindo normalmente as grandes concentrações urbanas.
quarta-feira, janeiro 21, 2009
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