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segunda-feira, dezembro 28, 2009

Playboy 50 anos

Passou-me pelas mãos uma edição comemorativa dos 50 anos da Playboy e achei curioso verificar a evolução do ideal de beleza ao longo destas cinco décadas.

Assim, desfolhei de forma desinteressada o livro e reparei que a beleza não é um conceito estático, mudando de ano para ano, década para década.

Essa mudança constante pode ver-se nestes exemplos:


Marilyn Monroe - Dezembro de 1953


Surrey Marshe - Janeiro de 1967


Liv Lindeland - Janeiro de 1971


Lesa Ann Pedriana - Abril de 1984


Gillian Bonner - Abril de 1996


Divini Rae - Novembro de 2003

quinta-feira, janeiro 10, 2008

7 brasões, 7 freguesias II - Margem Sul

A pedido de muitas famílias e com o contributo (foto)gráfico dos nossos leitores, completamos agora o texto referente aos brasões, analisando a heráldica de Canelas e Fermelã.






Graças a um dos blogues locais, esta é a única forma de apresentar-vos o brasão de Canelas, com isto não quero dizer que Canelas ainda vive na Idade da Pedra, mas certo é que para aqueles lados parece que ainda não se descobriu essa coisa da Internet e do Photoshop...


...Mas isso agora não interessa nada! Estamos aqui é para ver os brasões, não é?!? Olha, para mim, gostei, até o facto de ser em pedra fica bem, acho que vou pôr o brasão de Canelas no meu jardim, tal qual na foto! E o conteúdo do brasão até tem tudo a ver com jardim e campo, tem trigo, centeio...É muito kitsch, muito típico, gostei!





Graças a um leitor identificado que passou mil perigos para obter esta imagem do brasão de Fermelã, é-nos possível analisar...


É pá, que rio é aquele, pá?!?! E a galinha, o qu'é que está ali a fazer, einh? Cá para mim meteu-se à frente quando tiraram a foto para o brasão...De resto, tem uma balança, tá bem, dizem que quer dizer justiça, a mim lembra-me a tasca da Ti Maria dos Penicos e os traçadinhos...Bons tempos! Bem, voltando ao tema, o verde quer referir-se à vegetação de Fermelã, mas isso era nos tempos do D. Afonso Henriques, agora é mais o castanho...Vá lá que ultimamente tem chovido!




Fica assim concluída a análise da heráldica estarrejense, esperamos que tenha sido do vosso agrado, muito obrigado e boa noite.


Autores: Racional, Sensibilidade e Cromo.

terça-feira, janeiro 08, 2008

7 Brasões, 7 Freguesias


Ora bom ano a todos e vamos meter um bocado de decência neste blogue que isto anda com uns posts estranhos, Pai Natal Gay, Abelha Maia, as Doce...mmm...Não sei, não!

Bom dia respeitável público, estamos aqui para alegria parcial da nação e mesmo que os nossos contratos a recibo verde tenham terminado (E consigo, O Caralhoz), decidimos dar-vos este presente (envenenado) atrasado aos nossos leitores...Assim, iremos analisar de forma ligeira os símbolos do concelho de Estarreja e respectivas freguesias, esperando que a leitura seja de elevado nível e do vosso agrado.

Olá amiguinhos! Voltámos das (borracheiras) festas de fim de ano e mais uma vez acabei sem ninguém para me aquecer os pés...Para o ano vou fazer como a Floribella, pintar o cabelo e meter silicone (ou então uns enchumaços no soutien, a ver se também apanho um Mickael)...Mas chega de falar de mim, vamos falar do que está a dar!





Peixinho e milho como símbolos do concelho denunciam a antiguidade do mesmo, pois pesca no Antuã é coisa dos livros de história e a agricultura já conheceu melhores dias...

Bom, bom, era ter criado um novo brasão quando passámos a cidade, de preferência com o "Gate of Mordor" do Hospital em destaque, e...e...gajas! gajas boas!...Gaja, gaja...Muuuita gaja!





A bilha, o torno e a cobra ao meio deixam pouco espaço à imaginação, pois é difícil fazer piadas com bilhas de leite, objectos pontiagudos, marteladas ou cobras de tamanhos diferentes. É pá, até pode ser possível, mas eu...não sei, pá!...





O melhor representante dos brasões aqui presentes, Pardilhó honra na sua heráldica a Ria, o moliceiro e seus construtores, ao mesmo tempo que o pano de fundo reflecte o vigor dos naturais da terra...

E eu que o diga! Oooh...Tone...Tone, desde que foste trabalhar para Espanha, nunca mais fui a mesma!





Devendo o seu nome aos invasores beduínos, Bed...Oh pá, mas estás a chamar-nos o quê, pá?!? Einh? 'Tás-nos a chamar macacos?!?!? Olha que eu parto-te a cara!!! Olha, qu'eu...Olha qu'eu vou-te ao focinho!...Beeem!...Vai chamar beduíno a outro, ouviste???




A ambiguidade do desenho de Veiros já foi referida anteriormente no 7M, pelo que vou aproveitar estas linhas para referir a inclusão do célebre Sobreiro de São Geraldo, cujos 500 anos são uma conhecida marca de longevidade, contando até com a devoção de alguns, talvez interessados em conhecer o segredo...Red Bull dá-te aaaaasas!...


Como já devem ter notado, o texto tem seguido uma orientação Norte-Sul, Este-Oeste, sempre com a Wikipedia como fonte gráfica...

Até que chegamos à margem do Rio Antuã.

Não querendo seguir a máxima do outro (A margem sul é um deserto!), certo é que passando o Antuã, torna-se complicado ilustrar as nossas análises brasonásticas, pois só foi possível encontrar mais um símbolo, o de Salreu no site da respectiva Junta...




Hihihihi...Aqueles milheirais fazem-me lembrar qualquer coisa...Hihihi....


Então e....Canelas? Fermelã?!?

Nada, nicles, népias...Jamé!!!

Gostaríamos imenso de analisar os brasões das freguesias mais a Sul, mas infelizmente nem no site das Juntas de Freguesia de Portugal foi possível encontrá-los.

E olhem que a procura por "Canelas" ensinou-nos muito, desde informações sobre Canelas de Vila Nova da Gaia, passando pela descoberta de vilas homónimas em Arouca e no Brasil, terminando até em marcas de produtores de canela.

E gajas nuas! Asiáticas. Nuas. Nuuuinhas, pá!...

Autoria: Irmãos Esquizo (Cromo, Sensibilidade e Racional), ex-autores d' O Caralhoz.

Racional pede desculpa pelas indecorosidades de seus irmãos e promete que da próxima vez eles vão ser medicados.

quinta-feira, abril 12, 2007

Termópilas II



O REI XERXES ERA MESMO UM DRAG QUEEN DE DOIS METROS E MEIO?

Não. O rei Xerxes era uma espécie de Barbas do Benfica, por sinal um visual muito in naquela época. Ver aqui para saber mais.


Representação do Rei Xerxes I e da Rainha Ester.

quarta-feira, abril 11, 2007

Termópilas

A propósito do filme 300 decidi fazer alguns posts alusivos ao tema por forma a complementar o que é possível ver no filme.




A BATALHA DAS TERMÓPILAS EXISTIU MESMO?

Existiu. No séc V ac a Pérsia, uma espécie de União Soviética de então, engoliu todo o Médio Oriente e prosseguiu a sua expansão para ocidente, entrando em luta com os estados gregos que se uniram numa aliança parecida com a NATO para combater o inimigo comum.

Os dois exércitos encontraram-se nas Termópilas, estreita passagem pela cordilheira do Pepoloneso, e depois das primeiras batalhas ganhas pelos gregos, estes encontravam-se em dificuldades perante o imenso (cerca de 400.000 soldados, para além de vários elefantes) exército persa.

A aliança precisava de tempo para recuar e organizar-se de novo, sendo para tal decidido que uma pequena força seria usada para defender a retirada.

Assim, uma força de 300 espartanos, 700 tespianos (Téspia, cidade-estado vizinha de Esparta) e 900 Helotas (Escravos de Esparta) bateram-se de forma heróica durante três dias com os invasores, lançando todas as lanças que tinham ao seu dispôr e atacando depois com espadas os adversários.

Durante esta fase, e já com dois irmãos mortos em batalha, um nervoso rei Xerxes ordena "uma chuva de flechas" persa sobre a zona do confronto por forma a liquidar a força grega, ainda que à custa de parte das suas tropas.

Impressionados com a valentia dos gregos e desconhecedores do seu sentido de humor, os persas perguntaram aos escassos sobreviventes a razão de terem ficado tão poucos soldados para os combater.

Resposta: "Os outros foram para os Jogos Olímpicos".