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domingo, novembro 20, 2011
sábado, setembro 24, 2011
20 Anos
Parece mentira, mas já se passaram 20 anos sobre o lançamento disto...
e também de...
ou ainda de...
e também de...
ou ainda de...
quarta-feira, setembro 14, 2011
Interlúdio Musical
Alguém a lançar-se na Roda dentada do Showbizz com um conceito novo...
FADO-METAL
...E uma Vet de volta, imune aos ditames do (vil metal) Marketing tentando algo novo.
ALTERNATIVE CLASSIC (???)
FADO-METAL
...E uma Vet de volta, imune aos ditames do (vil metal) Marketing tentando algo novo.
ALTERNATIVE CLASSIC (???)
sábado, julho 30, 2011
terça-feira, julho 26, 2011
quarta-feira, abril 20, 2011
Rádio Sudoeste

Uma das coisas boas de viver perto da Capital é haver várias rádios de âmbito local que passam bom som, uma das quais tornou-se mesmo de audição obrigatória: A Radar, verdadeiro paraíso dos sons e costumes alternativos.
Tendo a Antena 3 para sons mais próximos do mainstream e a Radar para os momentos em que me apetece descobrir artistas só conhecidos por meia dúzia de iluminados, faltava-me uma rádio que fosse um ponto intermédio entre estas duas...Até agora.
Há dias surgiu a Sudoeste TMN e ao contrário do que esperava ("Olha, mais uma rádio tipo Jukebox" - Sim Vodafone, estou a falar de ti!), além de um bom som, baseado nas bandas que passam por Portugal nos próximos festivais deste verão, percebemos que existem pessoas do outro lado da emissão e embora os programas regra geral sejam cópias das duas rádios acima referidas, a sensação é agradável, lembra o Verão, talvez seja a associação ao Festival com o mesmo nome, talvez sejam as músicas, o good vibe dos locutores...
Não sei bem, mas ouvir esta rádio dá-me vontade de pegar no carro e partir à aventura!
Tendo a Antena 3 para sons mais próximos do mainstream e a Radar para os momentos em que me apetece descobrir artistas só conhecidos por meia dúzia de iluminados, faltava-me uma rádio que fosse um ponto intermédio entre estas duas...Até agora.
Há dias surgiu a Sudoeste TMN e ao contrário do que esperava ("Olha, mais uma rádio tipo Jukebox" - Sim Vodafone, estou a falar de ti!), além de um bom som, baseado nas bandas que passam por Portugal nos próximos festivais deste verão, percebemos que existem pessoas do outro lado da emissão e embora os programas regra geral sejam cópias das duas rádios acima referidas, a sensação é agradável, lembra o Verão, talvez seja a associação ao Festival com o mesmo nome, talvez sejam as músicas, o good vibe dos locutores...
Não sei bem, mas ouvir esta rádio dá-me vontade de pegar no carro e partir à aventura!
domingo, março 06, 2011
domingo, janeiro 23, 2011
quarta-feira, janeiro 19, 2011
As 100 maiores bandas de sempre
Veio um artigo na Blitz onde referiam as 100 maiores bandas de sempre e como qualquer lista, é sempre muito discutível, como exemplo vejam quais foram as 10 primeiras:
1. Led Zeppelin (525 pontos)
2. The Beatles (514 pontos)
3. Pink Floyd (506 pontos)
4. The Jimi Hendrix Experience (503 pontos)
5. Van Halen (496 pontos)
6. Queen (493 pontos)
7. The Eagles (479 pontos)
8. Metallica (468 pontos)
9. U2 (455 pontos)
10. Bob Marley and the Wailers (454 pontos)
1. Led Zeppelin (525 pontos)
2. The Beatles (514 pontos)
3. Pink Floyd (506 pontos)
4. The Jimi Hendrix Experience (503 pontos)
5. Van Halen (496 pontos)
6. Queen (493 pontos)
7. The Eagles (479 pontos)
8. Metallica (468 pontos)
9. U2 (455 pontos)
10. Bob Marley and the Wailers (454 pontos)
domingo, janeiro 09, 2011
domingo, novembro 21, 2010
Suburbia
Em frente ruas pejadas de carros
ao lado edifícios cinzentos
na cor da alma suburbana
o semáforo muda para vermelho
lembrando o inferno moderno...
Pelos passeios ruminam
jovens de cores garridas
escondem a fuligem da alma
olhando para baixo
em busca do nada
Na paragem do autocarro
grafitada de negro
pessoas esperam
a polícia atravessa
mirando em redor
O feitiço da rotina
governa quem cá vive
gestos repetem-se
como robots programados
em piloto automático
Daqui não podes fugir
apenas consegues sonhar
imaginar-te noutra vida
viver noutra dimensão
longe deste buraco cinzentão
Barulhos agridem os ouvidos
carros correm até à rotunda seguinte
sirenes tocam, obras poluem
moldando o carácter suburbano
duro, cinzento e frio
Inspirado em Suburbia dos Pet Shop Boys
ao lado edifícios cinzentos
na cor da alma suburbana
o semáforo muda para vermelho
lembrando o inferno moderno...
Pelos passeios ruminam
jovens de cores garridas
escondem a fuligem da alma
olhando para baixo
em busca do nada
Na paragem do autocarro
grafitada de negro
pessoas esperam
a polícia atravessa
mirando em redor
O feitiço da rotina
governa quem cá vive
gestos repetem-se
como robots programados
em piloto automático
Daqui não podes fugir
apenas consegues sonhar
imaginar-te noutra vida
viver noutra dimensão
longe deste buraco cinzentão
Barulhos agridem os ouvidos
carros correm até à rotunda seguinte
sirenes tocam, obras poluem
moldando o carácter suburbano
duro, cinzento e frio
Inspirado em Suburbia dos Pet Shop Boys
sábado, novembro 06, 2010
Kimmi Lisboeta e os This Mortal Coil
Ao ouvir este tema, a vossa mente poderia levar-vos perto do rio junto a Belém ou aos jardins da Gulbenkian...
Not to me.
A mim leva-me...À Bobadela.
Mais precisamente ao parque de estacionamento do Leclerc da Bobadela. Foi nesse local mítico que ouvi na Radar os Mortal Coil, anos depois de os ter ouvido pela primeira vez na XFM.
Foi bom lembrá-los...Something about Inner Peace.
domingo, agosto 29, 2010
sexta-feira, junho 25, 2010
The Smiths
Após estes anos todos, descobri porque é que os Smiths foram uma das bandas mais importantes dos anos 80.
"-Só agora???" - Perguntarão alguns.
Claro que já os conhecia e gostava de alguns singles, mas nada mais, não estavam no meu portfólio de bandas favoritas.
Mas há dias na Radar ouvi temas mais obscuros e descobri uma banda melancólica de sabor agridoce, onde a escuridão era quebrada por alguns focos de luz Pop.
Gostei.
Eis um exemplo desses Smiths mais obscuros:
"-Só agora???" - Perguntarão alguns.
Claro que já os conhecia e gostava de alguns singles, mas nada mais, não estavam no meu portfólio de bandas favoritas.
Mas há dias na Radar ouvi temas mais obscuros e descobri uma banda melancólica de sabor agridoce, onde a escuridão era quebrada por alguns focos de luz Pop.
Gostei.
Eis um exemplo desses Smiths mais obscuros:
quinta-feira, junho 10, 2010
Radar (Que saudades da XFM!)
De volta a este cantinho da net, para dizer que a descoberta da Radar FM fez-me ter saudades da saudosa XFM, "A rádio de uma imensa minoria" e que tanto marcou a minha adolescência, o António Sérgio e o "Grande Delta", o Nuno Galopim...
Depois da revelação que tinha sido a adesão à então novel "Antena 3", a XFM foi o complemento ideal, uma espécie de "Lado B" que permitia ouvir sons fora do circuito comercial e descobrir projectos ainda antes da sua explosão mediática.
Entretanto a XFM fechou para pena dessa "imensa MINORIA" e a Antena 3 foi mudando, por vezes para melhor, outras para pior, mas apesar de tudo continuei ouvinte fiel.
Faltava era aquele "Lado B", o lado alternativo...
Que encontrei agora na Radar.
Com as limitações de uma rádio local e PRIVADA, conseguiu reunir um conjunto de pessoas da rádio, Galopim (mais uma vez em grande), Inês Meneses, etc, que lhe dá esse aroma a "Lado B" da rádio, mais concretamente, XFM versão 2010.
quinta-feira, maio 06, 2010
Lady Gaga é uma beata!!!
Não acreditam?
Então estejam atentos à letra desta música dedicada ao Papa Bento XVI, a quem ela o chama carinhosamente de "Papa Ratzi"...
Então estejam atentos à letra desta música dedicada ao Papa Bento XVI, a quem ela o chama carinhosamente de "Papa Ratzi"...
terça-feira, março 23, 2010
Quem tem razão?
Rui Miguel Abreu, colaborador da BLITZ, responde a artigo "O Hip Hop também mata" (DN)
Jornalista, radialista e especialista em hip-hop, Rui Miguel Abreu responde a artigo publicado no Diário de Notícias sobre morte de rapper português.
A morte de Nuno Rodrigues, o rapper português mais conhecido por MC Snake , alvejado pela polícia na semana passada, continua a fazer correr tinta.
O assunto é hoje um dos mais comentados em redes sociais como o Facebook, graças a um artigo publicado ontem, no Diário de Notícias.
Intitulado O Hip-Hop Também Mata , o artigo de opinião, assinado por Alberto Gonçalves , analisa as reacções à morte de MC Snake.
"Ao contrário dos familiares, de uma contenção apreciável dadas as circunstâncias, a maioria repetiu a tese de que o sr. Rodrigues morreu por ser preto, pobre, rapper e, aos olhos da polícia, um estereótipo . É possível, embora a responsabilidade pelo estereótipo caiba inteirinha ao sr. Rodrigues", escreve o sociólogo.
Sobre o estilo musical em que MC Snake, colaborador de Sam The Kid, pretenderia, em breve, lançar-se a solo, Alberto Gonçalves exprime também uma opinião forte.
"O rap ou o hip hop que o sr. Rodrigues praticava não o transformava no 'músico' referido em diversos obituários. No seu primarismo, o hip hop tem pouco a ver com música e muito a ver com uma atitude de confronto face a uma sociedade que é, ou que se imagina, discriminatória. É, vá lá, um estilo de vida, traduzido à superfície no vestuário ridículo e nos gestos animalescos. E nas letras das 'canções' (?). As letras, que certa 'inteligência' considera 'poesia das ruas', são, além de analfabetas, manifestações de rancor social. Por norma, são também glorificações do crime e panfletos misóginos".
A este artigo, que pode ser lido na íntegra na edição on-line do Diário de Notícias , Rui Miguel Abreu, jornalista e radialista especialista em hip-hop, além de colaborador permanente da BLITZ, respondeu com uma intervenção publicada no seu blog e no Facebook.
"Eu não conhecia o senhor Nuno Rodrigues e pouco conhecia do MC Snake. No entanto nunca ousaria presumir conhecer quais as escolhas que tanto o homem como o MC fizeram em vida", escreve Rui Miguel Abreu.
"Certezas tenho em relação à sua condição: sei que não escolheu a cor de pele com que nasceu, nem o bairro em que cresceu ou as oportunidades e obstáculos com que se deparou. Não sei sequer se terá escolhido o hip hop ou se terá sido o hip hop a escolhê-lo a ele. Sei é que se por acaso Snake se encaixava em algum estereótipo isso não terá certamente resultado de uma escolha. Ninguém escolhe ser uma casualidade, uma estatística ou um número. E quem escolhe o hip hop almeja sempre a superação e a sobrevivência - ou seja, a fuga ao estereótipo, a recusa de ser uma mera entrada num catálogo estatístico qualquer".
Rui Miguel Abreu contesta ainda "a genealogia" traçada por Alberto Gonçalves para o hip-hop.
"Cada uma destas 'preciosidades' mereceria em si uma longa refutação, mas optando pela mesma estratégia telegráfica e sabichona do senhor Gonçalves, permito-me apenas dizer que o Black Power influenciou muito mais uma senhora como Nina Simone , que imagino que faça parte da sua colecção politicamente correcta de CDs (...), do que os pioneiros Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash (nomes ridículos, já sei...) que em meados dos anos 70 estavam muito mais preocupados em fazer a festa do que a revolução. E depois, claro, vem o exemplo Uncle Tom do Louis Armstrong, o preto que se portava bem e até cantava a plenos pulmões como o mundo era bonito, coisa que Rosa Parks não percebia lá muito bem".
Jornalista, radialista e especialista em hip-hop, Rui Miguel Abreu responde a artigo publicado no Diário de Notícias sobre morte de rapper português.
A morte de Nuno Rodrigues, o rapper português mais conhecido por MC Snake , alvejado pela polícia na semana passada, continua a fazer correr tinta.
O assunto é hoje um dos mais comentados em redes sociais como o Facebook, graças a um artigo publicado ontem, no Diário de Notícias.
Intitulado O Hip-Hop Também Mata , o artigo de opinião, assinado por Alberto Gonçalves , analisa as reacções à morte de MC Snake.
"Ao contrário dos familiares, de uma contenção apreciável dadas as circunstâncias, a maioria repetiu a tese de que o sr. Rodrigues morreu por ser preto, pobre, rapper e, aos olhos da polícia, um estereótipo . É possível, embora a responsabilidade pelo estereótipo caiba inteirinha ao sr. Rodrigues", escreve o sociólogo.
Sobre o estilo musical em que MC Snake, colaborador de Sam The Kid, pretenderia, em breve, lançar-se a solo, Alberto Gonçalves exprime também uma opinião forte.
"O rap ou o hip hop que o sr. Rodrigues praticava não o transformava no 'músico' referido em diversos obituários. No seu primarismo, o hip hop tem pouco a ver com música e muito a ver com uma atitude de confronto face a uma sociedade que é, ou que se imagina, discriminatória. É, vá lá, um estilo de vida, traduzido à superfície no vestuário ridículo e nos gestos animalescos. E nas letras das 'canções' (?). As letras, que certa 'inteligência' considera 'poesia das ruas', são, além de analfabetas, manifestações de rancor social. Por norma, são também glorificações do crime e panfletos misóginos".
A este artigo, que pode ser lido na íntegra na edição on-line do Diário de Notícias , Rui Miguel Abreu, jornalista e radialista especialista em hip-hop, além de colaborador permanente da BLITZ, respondeu com uma intervenção publicada no seu blog e no Facebook.
"Eu não conhecia o senhor Nuno Rodrigues e pouco conhecia do MC Snake. No entanto nunca ousaria presumir conhecer quais as escolhas que tanto o homem como o MC fizeram em vida", escreve Rui Miguel Abreu.
"Certezas tenho em relação à sua condição: sei que não escolheu a cor de pele com que nasceu, nem o bairro em que cresceu ou as oportunidades e obstáculos com que se deparou. Não sei sequer se terá escolhido o hip hop ou se terá sido o hip hop a escolhê-lo a ele. Sei é que se por acaso Snake se encaixava em algum estereótipo isso não terá certamente resultado de uma escolha. Ninguém escolhe ser uma casualidade, uma estatística ou um número. E quem escolhe o hip hop almeja sempre a superação e a sobrevivência - ou seja, a fuga ao estereótipo, a recusa de ser uma mera entrada num catálogo estatístico qualquer".
Rui Miguel Abreu contesta ainda "a genealogia" traçada por Alberto Gonçalves para o hip-hop.
"Cada uma destas 'preciosidades' mereceria em si uma longa refutação, mas optando pela mesma estratégia telegráfica e sabichona do senhor Gonçalves, permito-me apenas dizer que o Black Power influenciou muito mais uma senhora como Nina Simone , que imagino que faça parte da sua colecção politicamente correcta de CDs (...), do que os pioneiros Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash (nomes ridículos, já sei...) que em meados dos anos 70 estavam muito mais preocupados em fazer a festa do que a revolução. E depois, claro, vem o exemplo Uncle Tom do Louis Armstrong, o preto que se portava bem e até cantava a plenos pulmões como o mundo era bonito, coisa que Rosa Parks não percebia lá muito bem".
segunda-feira, março 08, 2010
...E porque hoje estou virado para isto
Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need To see me through
Sometimes it seems that the going is just too rough
And things go wrong no matter what I do
Now and then it seems that life is just too much
But you've got the love I need to see me through
When food is gone you are my daily meal
When friends are gone I know my savior's love is real
You Know it's real
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
Time after time I think "Oh Lord what's the use?"
Time after time I think it's just no good
Sooner or later in life, the things you love you loose
But you got the love I need to see me through
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need to see me through
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need To see me through
Sometimes it seems that the going is just too rough
And things go wrong no matter what I do
Now and then it seems that life is just too much
But you've got the love I need to see me through
When food is gone you are my daily meal
When friends are gone I know my savior's love is real
You Know it's real
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
Time after time I think "Oh Lord what's the use?"
Time after time I think it's just no good
Sooner or later in life, the things you love you loose
But you got the love I need to see me through
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
You got the love
Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need to see me through
sábado, fevereiro 13, 2010
sábado, janeiro 23, 2010
E porque hoje sinto-me (especialmente) kitsch...
ESTA BALADA QUE TE DOU
Ela diz que eu fui um caso muito sério
Mas eu só sei que algo nisso é normal
Havia um tempo, um olhar, um sorriso, um começo
Mas agora tudo perdeu o seu brilho
Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...
Linda é linda esta balada que te dou (2x)
Podem até pensar que eu sou um pouco triste
Mas não há nenhum mal em ser assim
Pois tudo fica mesmo quando se acaba
Um romance, uma paixão, um caminho...
Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...
Linda é linda esta balada que te dou (2x)
Quis escrever a mais bela canção que há no mundo
Olhando para trás p'ra nos ver
Foi quando ouvi uma voz cantando baixinho
Esta balada que vinha de longe
Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...
Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...
Linda é linda esta balada que te dou
This one is specially for you...Remember that empty phone call?
Ela diz que eu fui um caso muito sério
Mas eu só sei que algo nisso é normal
Havia um tempo, um olhar, um sorriso, um começo
Mas agora tudo perdeu o seu brilho
Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...
Linda é linda esta balada que te dou (2x)
Podem até pensar que eu sou um pouco triste
Mas não há nenhum mal em ser assim
Pois tudo fica mesmo quando se acaba
Um romance, uma paixão, um caminho...
Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...
Linda é linda esta balada que te dou (2x)
Quis escrever a mais bela canção que há no mundo
Olhando para trás p'ra nos ver
Foi quando ouvi uma voz cantando baixinho
Esta balada que vinha de longe
Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...
Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...
Linda é linda esta balada que te dou
This one is specially for you...Remember that empty phone call?
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