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terça-feira, outubro 05, 2010

5 para a meia noite

Um dos poucos espaços criativos da televisão portuguesa



Os Homens da Luta em entrevista



Diagnóstico: Badalhoca

sábado, março 06, 2010

Sean Riley, Música do Pingo Doce, Farmville e o assaltante de Almancil nomeados para Monstros do Ano

Leiam e digam-me o que acham das nomeações, especialmente nas categorias:

1 - CRIME DO ANO

1 - 31 da Armada sobem à Praça do Município
2 - Reeleição do PS
3 - O assaltante que ficou entalado em Almancil
4 - Cristina Araújo em Coimbra foi apanhada 38 vezes a conduzir sem carta
5 - Idosa de 74 anos em Alijó, Trás-Os-Montes, é presa por plantar Cannabis no Quintal

7 - TRANSFERÊNCIA DO ANO

1 - Cristiano Ronaldo para o Real Madrid
2 - Nereida de Cristiano Ronaldo para Pedro Sabater
3 - Abel Xavier para o Islão
4 - Pessoal do Hi5 para o Facebook
5 - Red Bull Air Race do Porto para Lisboa

18 - MILAGRE DO ANO

1 - Jesus põe Benfica a jogar futebol.
2 - Xamãs peruanos livram Cristiano Ronaldo do mau-olhado.
3 - Apuramento De Portugal para o Mundial da África do Sul
4 - Euribor: Descidas Históricas das Taxas de Juro
5 - Vale e Azevedo ainda não está preso

sexta-feira, outubro 03, 2008

Resposta...

...A um colega vivendo no estrangeiro, que me perguntou: "Então que músicas é que andam nos tops em Portugal?"

 

Buraka Som Sistema - Wegue Wegue

Prodigy-Afro-Tuga

 

Deolinda - Fon Fon Fon

Madredeus pela parte da mãe e Sitiados por parte do pai. Também conhecida por ser a irmã oferecida da Naifa e a afilhada preferida da Linda de Suza.

 

Os Pontos Negros - Conto de Fadas de Sintra a Lisboa

Rock n' Roll sem stress, sabe bem relaxar um pouco...

segunda-feira, setembro 15, 2008

O 7M recomenda

 

Um filme feito de vários filmes, ou o que seria um filme de Kusturica se este fosse português.

segunda-feira, julho 28, 2008

A Quinta da Fonte por Mário Crespo

O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. 'Perdi tudo!' 'O que é que perdeu?' perguntou-lhe um repórter.


'Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem...' Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga 'quatro ou cinco euros de renda mensal' pelas habitações camarárias.
Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que 'até a TV e a playstation das crianças' lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência.


A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam 'quatro ou cinco Euros de renda' à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo.
É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a 'quatro ou cinco euros mensais' lhes sejam dados em zonas 'onde não haja pretos'. Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade.


O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - 'ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos.' A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil.


Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.

(Fonte: JN)

terça-feira, julho 08, 2008

Os nomes e a política

Segundo uma teoria do José de Pina no programa Fogo Posto (SIC Radical), os nomes dos nossos políticos têm muito que se diga, pois um que seja de Direita tem de ter pelo menos três palavras, sendo a primeira o nome e as seguintes os apelidos, como "Manuela Ferreira Leite", "Pedro Santana Lopes" ou "Luís Nobre Guedes".

Já os de Esquerda, com a mania das igualdades, advogam apenas dois nomes como Imagem de Marca, como é o caso de "José Sócrates", "Mário Soares" ou "Francisco Louçã".

Uma reflexão interessante que, transposta para o nosso quotidiano, pode indicar a nossa tendência política, vejamos:

Se fosse um copinho de leite do CDS, o meu nome seria: "Dr. José Nunes e Pontes", acrescentando o "e", como em "Ribeiro e Castro" (sugerindo duas famílias bem), bem como o "Dr.", elemento fundamental para qualquer membro da Direita, indicando uma profissão digna, talvez na área da advocacia.

Já se fosse um comuna-novo-velho-à-Bernardino do PCP, o meu nome seria: "José Pontes", tendo eventualmente um "Eng." à frente, para assim indicar que apesar de já não ser operário (Shame on me), continuo ligado à massa trabalhadora. "Doutor" é que não, reaccionários só na Direita! Ou no PS...O que para um esquerdalho é quase o mesmo.

Divirtam-se e façam esta experiência com o vosso nome.


Abaixo está um vídeo intitulado "GPS para Gajas", uma boa ilustração do que é o programa Fogo Posto.

segunda-feira, junho 30, 2008

Novo Link

Ilumine o espaço e o tempo e venha amar comigo...

- Nome comprido para um blogue como eu gosto: Boa música, pedaços de vida, uma pitada de realidade e muito bem escrito. Alice, uma brasileira no Colorado (EUA), mostra-nos um pouco do seu mundo de maravilhas.

quinta-feira, junho 26, 2008

Vícios do momento

MGMT - Time To Pretend

Bowie meets 80's Synthesizers

Marianne Faithfull - As Tears Go By

Uma experiência religiosa